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Montagem do Espaço de Dança do Grêmio Português será reapresentada hoje

Terça-Feira, 21/05/2019, 09:24:54 - Atualizado em 21/05/2019, 10:07:30 Ver comentário(s)

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Montagem do Espaço de Dança do Grêmio Português será reapresentada hoje (Foto: Márcio Loureiro/Diário do Pará)
(Foto: Márcio Loureiro/Diário do Pará)

Depois de estrear no final do ano passado com casa lotada, o espetáculo de dança “Saraswati e as Três Chaves do Destino” será reapresentado, hoje, às 19h, no Teatro Margarida Schivasappa. Para além das coreografias e da música, a montagem capricha em figurinos e cenários para levar o espectador a entrar por inteiro no mundo de magia e encantamento da mitologia hindu.

O elenco é formado por bailarinos profissionais e alunos do Espaço de Dança do Grêmio Português, além de convidados, como o coreógrafo Marcos Marciel.

Segundo o diretor do espetáculo, Marcelo Riva, as performances recontam a história da deusa Saraswati e suas duas irmãs, Laksmi e Shakti. Deusa da arte, da música e da sabedoria, Saraswati habita um jardim encantado, onde guarda as três chaves do destino. Certo dia, tomada por um sentimento de inveja, Laksmi rouba as chaves e foge. Sem o poder das chaves mágicas, o jardim cai em completa escuridão e a deusa perde suas forças. Para combater todo esse mal e restaurar a harmonia do jardim, um sábio sai em busca das chaves.

VIAGEM AO ORIENTE

“Esse foi o nosso espetáculo de final de ano, em 2018, e muitas pessoas não conseguiram assistir porque o teatro lotou. Então resolvemos fazer essa reapresentação”, conta Marcelo. Antes do ensaios com o elenco, que levaram cerca de seis meses, a montagem partiu de pesquisa e criação de coreografias realizadas por quase um ano. “A gente queria um espetáculo que falasse do Oriente; pensamos na Índia e descobrimos essa deusa da arte”, pontua Marcelo, que já morou em Marrakech, no Marrocos, por um ano e trouxe essa bagagem para a construção estética da montagem, em especial dos figurinos. “Tentamos trazer ao máximo essa riqueza de cada peça”, pontua o diretor.

Além de Marcos Maciel e Marcelo Riva, que é coordenador do Espaço de Dança do Grêmio Português, colaboraram com a montagem os professores e coreógrafos William Quadros e Alice Geocasta, que também integram o elenco, junto com os alunos, crianças de 5 anos até idosos com mais de 60.

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“O balé clássico é a base, mas temos aulas com todos os estilos de dança. Para este espetáculo, trabalhamos com movimentos relacionados à dança e à cultura indiana”, explica.

(Lais Azevedo/Diário do Pará)



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