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Rinite: confira dicas para diminuir os riscos de crises

Segunda-Feira, 04/02/2019, 12:54:08 - Atualizado em 04/02/2019, 17:45:46 Ver comentário(s)

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Rinite: confira dicas para diminuir os riscos de crises  (Foto: Reprodução)
Os ácaros são os maiores responsáveis em 80% dos casos. (Foto: Reprodução)

Muito frequente em crianças, a rinite alérgica atinge cerca de 30% a 35% da população. A doença está relacionada a uma inflamação crônica da mucosa nasal, caracterizada clinicamente por espirros continuados, coriza e obstrução nasal. 

A rinite causa uma grande queda na qualidade de vida, prejudicando sobremaneira as funções profissionais ou escolares. O bom funcionamento do nariz é importante, pois ele é responsável pelo transporte de ar, filtração, umedecimento, aquecimento do ar e olfato. 

O especialista em alergia e imunologia, Dr. Fábio Morato Castro, tirou algumas dúvidas sobre rinite e deixou dicas para quem sofre com a doença. confira:

1 - Quais são os principais alérgenos dentro de casa?

Nos lares brasileiros são os ácaros, animais domésticos (quando a pessoa já é alérgica), fungos, restos de insetos (como baratas) e pólens que estão presentes em algumas regiões do Brasil.

2 - O que pode desencadear uma crise de rinite?

Existem os fatores específicos (alérgenos) e inespecíficos (irritantes) como, por exemplo, poluição, produtos de limpeza, perfumes, cigarro, mudanças climáticas etc.

Leia mais:

3 - Quais são as dicas para se ter um ambiente livre de ácaros?

De 70% a 80% dos casos são os ácaros os responsáveis pelas crises de rinite, por isso a importância de alguns cuidados no ambiente:

  • Deixe entrar sol nos cômodos;
  • Limpeza frequente com aspiradores com filtro de água;
  • Capas protetoras de travesseiro e colchão;
  • Manter os animais domésticos fora de casa e, principalmente, do quarto;
  • Combater fungos. 

4 - Qual o tratamento mais eficiente contra a rinite?

O tratamento é baseado em três pilares: controle ambiental; medicamentoso (anti-inflamatório e sintomático); e imunoterapia alérgeno-específica (dessensibilização). Um tratamento adequado é fundamental para o controle do sintomas e melhora da qualidade de vida. 

(Com informações da Assessoria)





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