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REIVINDICAÇÕES

20 mil sem ônibus: rodoviários paralisam atividades de empresa em Belém

Quarta-Feira, 29/05/2019, 08:00:26 - Atualizado em 29/05/2019, 08:09:47 Ver comentário(s)

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20 mil sem ônibus: rodoviários paralisam atividades de empresa em Belém (Foto: Via WhatsApp)
Os trabalhadores querem o pagamento do salário e repasse de direitos como FGTS e INSS (Foto: Via WhatsApp)

Um grupo de cerca de 100 rodoviários paralisou as atividades, no início da manhã desta quarta-feira (29), em Belém. Funcionários da empresa Vialuz, que rodam nas linhas Pedreira Condor e Pedreira Felipe Patroni não deixam os carros sair da garagem. São cerca de 20 mil pessoas que utilizam essas linhas diariamente na capital paraense.

Eles reivindicam o pagamento de quatro meses de ticket no valor de R$ 570, dois meses de salários atrasados, melhores condições de trabalho e pagamento do INSS e FGTS, que não estaria sendo repassado.

Funcionários em frente a empresa. (Foto: Via WhatsApp)

Ônibus parados. (Foto: Via WhatsApp)

Além dessas reivindicações, os rodoviários ainda questionam a fiscalização da Semob. De acordo com os trabalhadores, a superintendência liberou os coletivos em condições precárias. Ou seja, no momento em que eles estão circulando dão prego e os rodoviários são hostilizados pela população.

O DOL solicitou nota à Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) e em resposta informou que a Prefeitura de Belém mantém fiscalização constante e diária através da Semob.

"Quanto às condições de trafegabilidade dos ônibus de Belém e, especificamente sobre a empresa Via Luz, a Prefeitura de Belém informa que ontem mesmo, terça-feira, 28, a SeMOB recolheu um ônibus da linha para o pátio de retenção do órgão e lacrou diversos outros que estão no pátio da própria empresa impedidos de circular até que os problemas sejam sanados".

A nota segue afirmando que diante da grande quantidade de veículos flagrados com problema nesta fiscalização, mas para evitar que a população ficasse desassistida da linha, outros veículos que apresentavam  problemas de menor grau e que não ameaçavam a segurança dos operadores e usuários do serviço foram liberados para rodar com o compromisso de que a empresa faça a manutenção.

(DOL)





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